Close Menu
Natureza FM
  • Home
  • Notícias
    • Brasil
    • Tocantins
    • Entretenimento
    • Politica
    • Cidade
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Facebook Instagram WhatsApp
Natureza FM terça-feira, 25 agosto
Facebook Instagram TikTok
Pedir Música
  • Home
  • Notícias
    1. Brasil
    2. Tocantins
    3. Entretenimento
    4. Politica
    5. Cidade
    6. Ver Todas

    Batalha de Rap Macapá terá duelos de rima e venda de comidas típicas no Mercado Central

    setembro 16, 2024

    ‘Maio Amarelo’ tem ações em escolas e ruas para prevenir acidentes no trânsito no AP

    setembro 16, 2024

    Crianças autistas participam de sessão de terapia com cães do Bope em Macapá

    setembro 16, 2024

    Jacaré de 2 metros é resgatado dentro do campus do Ifap em Macapá; é o 2º animal em 17 dias

    setembro 16, 2024

    Tribunal nega recurso de motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano e mantém processo sem testemunhas

    agosto 25, 2026

    Filhote de cachorro é encontrado carbonizado após queimada em terreno baldio no TO

    agosto 25, 2026

    Tutor entra na Justiça para garantir direito de criar cão da raça American Bully em condomínio

    agosto 25, 2026

    Pai percorre 5 km empurrando filho com deficiência em bicicleta adaptada e emociona público; assista

    agosto 25, 2026

    Shawn Mendes está produzindo seu novo álbum no Brasil: ‘Muitas ideias na cabeça e no coração’

    agosto 25, 2026

    Aretuza Lovi se une a Linn da Quebrada e vê futuro de álbum com o single ‘Tarô’

    agosto 25, 2026

    Músicas criadas por IA são banidas de paradas de sucesso na Austrália

    agosto 25, 2026

    João Donato é revivido em tributo que reproduz a sofisticação da obra legada pelo compositor, arranjador e pianista

    agosto 25, 2026

    Barroso autoriza Marcos Valério a cumprir pena no regime semiaberto

    setembro 16, 2024

    STF perdoa pena de mais dois condenados no mensalão do PT com base no indulto de Temer

    setembro 16, 2024

    Ministro do STF nega revisão de pena para Ramon Hollerbach no mensalão do PT

    setembro 16, 2024

    STF concede liberdade condicional à ex-presidente do Banco Rural Kátia Rabello

    setembro 16, 2024

    Shawn Mendes está produzindo seu novo álbum no Brasil: ‘Muitas ideias na cabeça e no coração’

    agosto 25, 2026

    Aretuza Lovi se une a Linn da Quebrada e vê futuro de álbum com o single ‘Tarô’

    agosto 25, 2026

    Câmeras flagram lobo-guará e onça-pintada em bebedouros instalados no cerrado do TO

    agosto 25, 2026

    Tribunal nega recurso de motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano e mantém processo sem testemunhas

    agosto 25, 2026
  • Nossa Cidade
  • Locutores
  • Programação
  • Fale Conosco
Natureza FM
Home»Entretenimento»Salve Joyce Moreno, compositora que escandalizou a moral do homem ‘da cor brasileira’ ao dar voz à mulher na MPB
Entretenimento

Salve Joyce Moreno, compositora que escandalizou a moral do homem ‘da cor brasileira’ ao dar voz à mulher na MPB

março 8, 2025Nenhum comentário0 Visitas

Joyce Moreno, a primeira compositora a escrever música na primeira pessoa do singular feminino
Reprodução / Facebook Joyce Moreno
♫ CRÔNICA
♩ É difícil não pensar em Joyce Moreno quando chega 8 de março, Dia Internacional da Mulher. Sob o prisma da música brasileira, a cantora, compositora e violonista carioca permanece como referência na área feminina.
Joyce não foi a pioneira, mas foi a primeira compositora que deu voz à mulher na MPB. Antes dela, Chiquinha Gonzaga (1847 – 1935), Ivone Lara (1922 – 2018), Dolores Duran (1930 – 1959) e Maysa (1936 – 1977) furaram a bolha masculina na área da composição para mostrar que mulher também sabia fazer música. E bem.
Maysa inclusive conseguiu a proeza então inédita de debutar no mercado fonográfico em 1956 com álbum autoral. O salvo-conduto da artista no território autoral foi o fato de o disco Convite para ouvir Maysa ter caráter beneficente. Em bom português: para a moral machista da época, Maysa estava “liberada” para gravar as próprias músicas porque a causa era nobre.
Foi aí que chegou Joyce Moreno nos anos 1960 para balançar o coreto e escrever capítulo decisivo nessa história. Diferentemente das antecessoras e das contemporâneas como Sueli Costa (1943 – 2023), criadora de melodias sensíveis letradas por poetas homens, Joyce se posicionou como mulher nas músicas que compunha.
“Já me disseram / Que meu homem não me ama / Me contaram que tem fama / De fazer mulher chorar / E me informaram que ele é da boemia / Chega em casa todo dia bem depois do sol raiar / Só eu sei / Que ele gosta de carinho / Que não quer ficar sozinho / Que tem medo de se dar / Só eu sei / Que no fundo ele é criança / E é em mim que ele descansa / Quando para pra pensar”, cantou Joyce no palco de um festival da canção, em 1967, ao apresentar o autoral samba-canção Me disseram.
Es-cân-da-lo na então novata MPB! “Como uma mulher ousa escrever música na primeira pessoa do singular feminino?”, questionou a intelectualidade masculina, com doses cavalares de machismo e moralismo. Na imprensa, os ataques vieram de cronistas incensados como Sérgio Porto (1923 – 1968), o Stanislaw Ponte Preta.
Joyce foi em frente sem se curvar à moral da época, amargou certo ostracismo comercial na década de 1970, mas, a partir de 1979, o jogo virou na MPB. E as mulheres foram para o pódio com músicas compostas com orgulho de ser mulher. 1979 foi ano em que apareceram Angela RoRo, Fátima Guedes, Joanna, Marina Lima… O ano em que Joyce Moreno reapareceu para o público, de início como compositora.
O ano em que Elis Regina (1945 – 1982) e Maria Bethânia gravaram músicas então inéditas de Joyce, Essa mulher e Da cor brasileira, ambas com letras escritas pela poeta Ana Terra e repletas de feminilidade. O ano em que o Brasil cantou o samba Feminina, composto por Joyce, gravado pelo Quarteto em Cy e amplificado na trilha sonora da série Malu mulher (TV Globo, 1979), marco da teledramaturgia brasileira no universo feminino. Em 1980, o samba Feminina ganhou a voz da compositora no álbum intitulado… Feminina.
Travada de forma pacífica, com as armas da música, a guerra estava vencida pelas mulheres para sempre, ainda que a indústria fonográfica ainda permaneça como um reduto dominado pelo poder masculino.
Por isso hoje, 8 de março de 2025, é dia de lembrar quem arrombou as portas que insistiam em permanecer fechadas para as compositoras que ousavam dizer o pronome eu.
E essa mulher é Joyce Silveira Moreno, a velha maluca, como ela mesma se perfilou no título de samba apresentado em 2018. A mulher que escandalizou a moral do homem da cor brasileira naquele festival de 1967. A artista que acaba de aprontar álbum com músicas inéditas previsto para ser lançado neste primeiro semestre de 2025 para dar continuidade a uma história feita com bravura na década de 1960.
Salve Joyce Moreno!

Fonte: G1 Entretenimento

Compartilhar. Facebook Twitter Telegram Email Copy Link WhatsApp

Mais Notícias

Shawn Mendes está produzindo seu novo álbum no Brasil: ‘Muitas ideias na cabeça e no coração’

agosto 25, 20260 Visitas

Aretuza Lovi se une a Linn da Quebrada e vê futuro de álbum com o single ‘Tarô’

agosto 25, 20260 Visitas

Músicas criadas por IA são banidas de paradas de sucesso na Austrália

agosto 25, 20260 Visitas
BANNER LOCAL LATERAL
Top Posts

Veja outros looks polêmicos de Bianca Censori, esposa de Kanye West que apareceu nua no Grammy 2025

fevereiro 4, 2025153 Visitas

Fernanda Torres indicada ao Oscar 2025: veja as concorrentes da brasileira a melhor atriz

janeiro 23, 202573 Visitas

Médico é suspeito de invadir carro e agredir delegado aposentado durante confusão no trânsito

setembro 19, 202441 Visitas

Aline Barros abre programação de Carnaval na Praça dos Girassóis nesta sexta-feira, em Palmas

fevereiro 28, 202527 Visitas
Siga-nós
Facebook Instagram YouTube WhatsApp TikTok
Nosso App
© 2026 Rádio afiliada a Farcom Tocantins - www.farcomto.org

Digite acima e pressione Enter para pesquisar. Pressione Esc para cancelar.

imunify-bot-check