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Home»Entretenimento»Nobre matriarcado de Dona Ivone Lara no samba é festejado e perpetuado pelo grupo Brejeiras em álbum majestoso
Entretenimento

Nobre matriarcado de Dona Ivone Lara no samba é festejado e perpetuado pelo grupo Brejeiras em álbum majestoso

março 7, 2025Nenhum comentário1 Visitas

Convidada do quarteto curitibano, Áurea Martins tem grande presença em três das dez faixas do disco que sai na próxima sexta-feira, 14 de março. Capa do álbum ‘Senhora da canção – Brejeiras cantam Ivone Lara’, do grupo Brejeiras
Divulgação
♫ OPINIÃO SOBRE DISCO
Título: Senhora da canção – Brejeiras cantam Ivone Lara
Artista: Brejeiras
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Cantora e compositora que abriu alas femininas no universo patriarcal do samba, a carioca Yvonne da Silva Lara (13 de abril de 1922 – 16 de abril de 2018) conseguiu há 60 anos um marco histórico ao ser a primeira mulher a assinar um samba-enredo ouvido no desfile das principais escolas do Carnaval do Rio de Janeiro. Foi no Carnaval de 1965, ano em que o Império Serrano cantou na avenida o samba-enredo Os cinco bailes da história do Rio, assinado por Ivone com Silas Oliveira (1916 – 1972) e com Antonio Bacalhau.
No embalo dessa conquista pioneira, a compositora construiu carreira de cantora a partir da década de 1970. Foi quando Yvonne se tornou Ivone Lara. Ou melhor, Dona Ivone Lara, com o prefixo que já expõe no nome a nobreza desta matriarca do samba, Senhora da canção, como celebrada no nome da composição de Nei Lopes e Claudio Jorge lançada em 2000 em gravação feita por Nei com Alcione e com a própria Ivone Lara.
O samba Senhora da canção batiza o álbum em que o quarteto curitibano Brejeiras dá vozes e instrumentos ao cancioneiro de Ivone Lara sob direção musical de Érica Silva.
No disco, que chega ao mundo na próxima sexta-feira, 14 de março, Beatriz Schneider (violão de sete cordas), Gisele Fontoura (cavaco e voz), Jô Nunes (voz e pandeiro) e Mariana Zibáh (flauta transversal, voz e surdo) celebram e perpetuam o matriarcado de Ivone Lara no universo do samba.
O disco carrega carga adicional de representatividade identitária pelo fato de o grupo paranaense ter sido formado em Curitiba (PR) em 2016 com formação inteiramente feminina – fato ainda incomum no mundo do samba, ainda dominado pelos homens. Até porque, na composição das Brejeiras, todas as quatro integrantes são instrumentistas, o que já desafia a regra de um mercado que normalmente confia às mulheres somente o papel do canto nas rodas e discos de samba.
Para além desse caráter simbólico, o álbum Senhora da canção – Brejeiras cantam Ivone Lara tem grande valor musical e deixa ótima impressão já na faixa inicial, Nos combates desta vida (1983), uma das obras-primas da parceria de Ivone com Delcio Carvalho (1939 – 2013). Há no canto e no arranjo da gravação das Brejeiras uma… brejeirice que remete ao registro original feito em 1983 por Beth Carvalho (1946 – 2019), uma das mulheres sambistas saudadas ao fim da faixa.
Outro samba apresentado ao Brasil na voz referencial de Beth, Mas quem disse que eu te esqueço? (Ivone Lara e Hermínio Bello de Carvalho, 1981) traz a voz senhoril de Áurea Martins, já octogenária cantora carioca.
Áurea retorna em Enredo do meu samba (1984) – parceria bissexta de Ivone com Jorge Aragão – em dueto imponente com Gisele Fontoura. A faixa também merece nota 10 no quesito percussão pelo naipe tocado pelas irmãs irmãs Halanna Aguiar e Kauhana Aguiar.
A recorrente Áurea Martins ainda reaparece majestosa em Nasci para sonhar e cantar (Ivone Lara e Delcio Carvalho, 1982), nobre faixa que combina o som dos antigos conjuntos regionais com inebriante arranjo vocal do maestro Vicente Ribeiro, regente do grupo Vocal Brasileirão de Curitiba.
Alvorecer (Ivone Lara e Delcio Carvalho) também se ilumina pelo entrelaçamento de vozes no arranjo do mesmo Vicente Ribeiro. É boa saída para a faixa, já que é difícil igualar o canto luminoso de Clara Nunes (1942 – 1983) na gravação original de Alvorecer no homônimo álbum de 1974.
Como o samba de Ivone Lara é atemporal, Bodas de ouro (1997) – parceria da compositora com Paulo César Pinheiro que deu nome ao álbum comemorativo dos 50 anos de carreira de Ivone – é joia lapidada no clima já vintage dos sambas ouvidos no Brasil pré-Bossa Nova.
Já Doces recordações (1985) alterna o canto das três solistas vocais do quarteto Brejeiras. É um canto uniforme e sem arroubos, mas harmonioso e afinado com o tom primaveril do canto da própria Ivone e com a doçura filosófica dessa pérola da parceria de Ivone com Delcio Carvalho.
Já o medley que une dois sambas menos conhecidos dessa parceria – Pra afastar a solidão (1998), composição mais recente da safra, e Minha verdade (1976) – exemplifica o requinte instrumental do disco. No caso, as melodias de contraponto e o diálogo soprado entre o trombone de Fernanda Cordeiro e a flauta de Marcela Zanette ilustram o ótimo acabamento do álbum tocado e cantado por mulheres.
A mesma flauta de Zanette sublinha o interlúdio do medley que fecha o álbum com a junção dos sambas Coração, por que choras? (1982) e Sorriso de criança (Ivone Lara e Delcio Carvalho), faixa que ao fim apresenta o canto de Serena, filha de Jô Nunes, cantora e percussionista do grupo Brejeiras.
No fecho desse grande primeiro álbum das Brejeiras, o gracioso canto do verso final ‘eu embalei’ por Serena sinaliza que a dinastia feminina do samba seguirá na avenida em que alas foram abertas há 60 anos pela matriarca Yvonne da Silva Lara, primeira dama do samba.
Criado em 2016, em Curitiba (PR), o grupo Brejeiras é formado por quatro instrumentistas, sendo que três integrantes também são cantoras
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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